Autor: itapua
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Tijolo a tijolo uma construção vai subindo, e cada fase traz suas necessidades e especificidades. Após estruturação, paredes levantadas, telhado coberto, é hora de iniciar a parte elétrica.

Para começar, é preciso um bom projeto, desenvolvido por profissional competente e que agregue a esse todas as necessidades da edificação, ou seja, pontos de luz, de tomadas, quantos e quais tipos de eletrônicos serão utilizados, a avaliação de todas essas demandas deve ser prevista.

Entretanto, um projeto elétrico não é sinônimo de segurança. A instalação elétrica requer muito mais, a começar pela qualidade dos produtos que serão utilizados. Preço nem sempre deve ser o fator de decisão na hora de comprar os materiais elétricos. Em média os custos nessa fase da construção são de 8%, assim, além dos riscos, não faz sentido muita economia nessa fase. Conduítes, interruptores e tomadas, quadros de força, disjuntores, cabos, iluminação, esses são os materiais necessários para a instalação do sistema elétrico. Verifique antes de qualquer decisão se os materiais são certificados e se atendem as normas e especificações dos órgãos competentes.

A instalação elétrica é uma etapa bastante importante e também muito deliciada da obra.  Nessa fase, toda atenção deve ser especial e redobrada, por isso, a busca por um profissional competente e qualificado para executar essa instalação é essencial.

Além disso, uma boa dica que os engenheiros oferecem é sempre considerar a instalação de um sistema de aterramento – em outra publicação já falamos sobre a importância desse nas instalações, tanto para a segurança dos bens como da vida dos moradores ou pessoas que irão frequentar o espaço; esse tipo de instalação oferece maior segurança, em especial para as tomadas de três pinos, hoje utilizadas no país.

Na hora de comprar tudo para suas instalações elétricas, conte com a Itapuã Eletro. Aqui trabalhamos com toda linha de produtos de materiais elétricos, desde a fiação até mesmos toda parte de iluminação para sua residência ou empresa, com produtos de qualidade, com total segurança e certificação.

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Luz falhando, aparelhos queimando, chuveiro pifando… é chegada a hora de trocar a fiação elétrica da casa. Sim, mas quando chegamos à essa situação, é porque o tempo na verdade a vida útil dos fios elétricos já acabou.

 

Antes mesmo de todos esses episódios começarem a ocorrer, alguns pontos sobre a rede elétrica da sua casa devem ser avaliados e inclusive a troca dos fios.  A rede elétrica é feita de materiais que possuem tempo de vida útil, uma casa construída na década de 90, por melhor que seja a qualidade dos materiais utilizados, pode não mais atender a demanda de energia que utilizava naquela época, isso porque a forma de utilização de energia dos novos aparelhos pode não condizer com a estrutura elétrica construída naquela época.

 

Além disso, não apenas trocamos nossos aparelhos elétricos, como também compramos novos e isso faz com que a rede não fique apenas obsoleta, mas também com uma capacidade aquém da que necessitamos atualmente.

 

Novos eletros-domésticos, ar-condicionado, computadores, mais celulares pela casa, novas TVs e em maior número, aparelhos de sons, quanto mais aparelhos colocamos em nossa rede, maior deve ser a preocupação com a fiação do imóvel.

 

O exemplo mais comum para isso é instalarmos um chuveiro e sempre que o ligamos, ele desliga o disjuntor. Isso acontece devido a fiação existem não comportar esse chuveiro.

 

Também existe outros fatores que devem ser levados em consideração, como por exemplo os novos padrões de segurança, a mudança das tomadas de dois para três pinos.

 

Não há uma regra para a troca da fiação da rede elétrica, mas sim o bom senso que vai indicar as novas necessidades que essa precisa atender. E para que seja possível observar isso, seguem aqui alguns pontos que devem ser avaliados com frequência para que a decisão seja feita antes mesmo que os problemas comecem a acontecer, são elas:

 

– Avaliar possíveis falhas no isolamento dos fios;

– Observar se existem ligações com defeitos e riscos iminentes;

– Observar se existem inadequações da instalação da rede elétrica;

– Analisar a compatibilidade da rede com os eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos utilizados na casa.

 

Pronto, fazendo toda revisão de tempo em tempo é possível avaliar a adequação da rede elétrica e prever o melhor momento para a troca dos fios.

 

E não se esqueça, sempre que for fazer alguma manutenção, reparo ou troca da rede, verifique a qualidade dos produtos utilizados, isso garantirá para o seu lar maior segurança e durabilidade das instalações.

 

Seja qual for o seu momento, se de reparo, troca ou manutenção, conte coma Itapuã Eletro, aqui temos os mais diversos produtos para a rede elétrica, iluminação e climatização da sua casa, empresa, seja qual for o ambiente.

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Você provavelmente já ouviu falar em aterramento, mas você sabe exatamente o que é e por que é tão importante? Às vezes corremos o risco de tratar da parte elétrica de forma automática e sem dar atenção para o que o técnico/engenheiro está de fato fazendo, principalmente hoje em dia, quando aspectos como o aterramento são quase que garantidos em um projeto elétrico. Descubra com a Itapuã o que é e como funciona, além dos princípios básicos de um aterramento correto.

O que é e o que faz o aterramento?

Para entender com mais precisão a respeito do que consiste o aterramento, temos que repassar alguns conceitos básicos de elétrica. Para haver corrente elétrica, deve existir a chamada diferença de potencial (a tensão elétrica, popularmente chamada de voltagem), na qual a corrente percorre o caminho do maior potencial para o menor.

Usualmente a rede elétrica da concessionária alimenta os imóveis através de dois cabos condutores, o neutro e o fase, sendo o primeiro de tensão mais próxima possível de 0 e o segundo com a tensão residencial, ambos fechando o circuito que vai gerar a corrente elétrica. Ocorre que o neutro, tanto por fugas de energia dos equipamentos, quanto por imperfeições inerentes ao material e à rede, nem sempre é capaz de ter o potencial absolutamente nulo, e é aí que entra o aterramento.

Diferente do que ocorre nas instalações do neutro e do fase, a terra tem sempre o 0 volt absoluto, sendo sempre o menor potencial. Dessa forma, a corrente sempre tenderá seguir rumo a ela, fazendo dela o caminho perfeito para a dispersão da energia excedente que se acumula na instalação e nos equipamentos. Assim, o processo é relativamente simples, e consiste na inserção diretamente na terra de uma haste condutora (usualmente feita de cobre) que é ligada à instalação através do fio-terra.

Qual a importância de um aterramento?

Primeiramente, o aterramento tem uma função de proteção pessoal e de equipamentos/rede. É característico de qualquer condutor (exceto a Terra) que haja fuga de energia elétrica em seu funcionamento, isso vale tanto para fios quanto os próprios equipamentos eletrônicos, os quais ficam com essa energia acumulada em seus componentes condutores, como carcaças de metal. Nesses casos, podemos tomar choques pela energia acumulada.

Mais sério é quando lidamos com correntes mais fortes, e aí sim o aterramento salva vidas. Por exemplo, se um técnico for lidar diretamente com um equipamento ou instalação de alta tensão, a descarga elétrica vai seguir o caminho para o menor potencial da mesma forma, o que significa que ela vai procurar a terra e nesse trajeto o corpo da pessoa está funcionando como um condutor de pouca resistência até esse caminho. Já em uma instalação aterrada, o fio-terra será o condutor ideal para essa corrente até a terra, o que impedirá ela de passar pelo indivíduo.

Essa dinâmica também funciona para fortes descargas atmosféricas, os raios, já que conduz a corrente mais facilmente para a terra. Isso inclusive faz do aterramento uma parte crucial dos Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), que incluem os pararraios e os sistemas de escoamento das descargas.

Por fim, o aterramento também auxilia no melhor funcionamento de instalações de segurança, como fusíveis e disjuntores. Novamente isso ocorre por conta da “limpeza” da energia excedente para a terra, e ao evitar o caminho dela para os equipamentos elétricos, que infelizmente são imperfeitos para lidar com cargas muitos elevadas da melhor forma possível.

Como fazer um bom aterramento?

Seguido da avaliação do técnico ou engenheiro que vai decidir o melhor modo de aterramento (IT, TT ou TN), o sistema vai constituir basicamente de quatro elementos principais: a haste condutora que liga à terra; a caixa de inspeção que liga as partes do sistema; os condutores da malha de aterramento (incluindo fio terra) que ligam à haste; e os conectores que ligam a malha com as hastes ou a caixa de inspeção.

Porém, não podemos esquecer que é sempre extremamente necessário seguir a instalação do sistema de acordo com as especificações da NBR 5410, incluindo se a atenção às qualidades dos materiais e suas especificidades físicas e de segurança.

E caso tenha restado dúvidas ou precisa encontrar o material da melhor qualidade e preço para seu aterramento, não se esqueça que pode contar com a Itapuã.

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Com a ascensão da segunda onda da Covid, não podemos esquecer que todo o cuidado com a nossa saúde é pouco, não queremos precisar de socorro na situação atual. É com isso em mente que viemos relembrar alguns dos cuidados que precisamos sempre ter ao lidar com equipamentos elétricos.

 

Não esqueça que eletricidade é coisa séria!

 

Sempre que precisar fazer algum reparo, não pule etapas e tenha certeza de se certificar em cortar as alimentações. Desligue sempre o disjuntor antes de reparos que envolvam a rede. Além disso, não tenha preguiça ou corte caminhos quando se tratar de segurança: evite a mudança de temperatura em chuveiros abertos quando não forem os mais modernos (sempre verifique o modelo), compre produtos aprovados pelo Inmetro e fuja das gambiarras. Também nunca faça algo se não tiver certeza do que está fazendo e tome cuidado com a combinação equipamentos elétricos + água.

 

Atenção aos curtos e aquecimentos.

 

Não aglomere fios, deixe cabos desencapados, exagerem nos benjamins (aliás evite ao máximo) ou exponha os fios ao calor. Falta de cuidado quanto às possibilidades de curto-circuito ou superaquecimento podem rapidamente evoluir para um incêndio inesperado. A propósito: não apague fogos ligados à corrente elétrica com água, nesses casos apenas use extintores categoria C e acione os bombeiros em qualquer emergência.

 

Sempre use equipamentos de segurança.

 

Ao realizar qualquer manutenção, não se esqueça de usar equipamentos de segurança apropriados, incluindo luvas e calçados com solas de borracha. Esteja preparado para uma emergência e evite manipular a rede elétrica sem a presença de outra pessoa no recinto, principalmente no caso de não ter experiência ou qualificação técnica para tal. Conte com profissionais antes de qualquer coisa.

 

Na dúvida, sempre consulte profissionais mais qualificados ou experientes do que você na área, cautela nunca é de menos.

 

E qualquer dúvida ou necessidade, pode contar com a gente que a Itapuã te ajuda!

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